UCollatio

Texto críticoB 1317V 922
1Alvar Rodrig[u]iz dá preço d’esforçoAluar rod\r/igiz da preco desforcoAluar rodrigiz dapreto desforto
2a est’infant[e] mouro pastorinhoA est inffant mouro pastor mhoaest insfant mouro pastorinho
3e diz que, pero parece menin[h]o,E diz que pero parece meninoediz que pero parece meuino
4que parar-se quer a tod’alvoroço;Que pararsse quer atodal uorocoq̄ue pararsse quer atodaluoroco
5e, maestr’Ali, que vejas prazer,E maestraly que ueias prazeremaestrali q̄ue ueias prazer
6d’Alvar Rodrig[u]iz punha de saberDaluar rodrigiz punha de sabērdaluar rodrigiz punha de sabēr
7se fode ja este mouro tan moço.Se fode ia este mouro tam motose fode ia este mouro tam moto
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8Diz que, per manhas e per seu sembrante,Diz que per manhas e ꝑ seu senbrāteDiz q̄ permanhas et ꝑ seu senbrante
9sab’el do mouro que ome compridoSabel demouro que home compridosabel do mouro q̄ home conprido
10é pera parar-s’a todo ruido,E ꝑa passay e ꝑa ꝑassa(r) to doyruidoet ꝑa passar ꞇ ꝑa parassa todoir uydo
11e que sabe que tal é seu talante;E que sabe que tal he seu talanteet q̄ sabe q̄ tal he seu talante
12e, maestr’Ali, que moiras en fe,E maestrali que moiras en feet maestrali q̄ moiras ē fe
13d’Alvar Rodrig[u]iz sab’ora como éDaluar rodrigiz sal ora como hedaluar rodrigiz sabi ora como he
14e se fode ja este mour’infante.E se fode ia este mour tnfant̄et se fode ia este mouo infant̄
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15El diz do mouro que sabe que ten oEl diz do mouro que sabe q̄tenoEl diz de mouro q̄ sabe q̄teno
16seu coraçon en se parar a feitoSeu coracom ēsse parar afeitoseu coracom ēsse parar afeito
17porque o cria e lhi sab’o jeito,Per que o tria elhi sabogeitopor q̄ o cria ꞇlhi sabogeito
18pero parece de corpo pequeno;Pero parece de corpo pequenopero parete de corpo pequeno
19e, maestr’Ali, sab’i ora benE maestraly saby ora bemet maestraly saby ora bē
20d’Alvar Rodrig[u]iz, poi-lo assi ten,Daluar rodrigiz poylo asy temdaluar rodrigiz poyle assy tē
21se fode ja este mouro tan neno.Se fode ia.se fode ia este mouro tā neno