UCollatio

Texto críticoB 696V 297
1Ai Deus, u é meu amigoAy deꝯ hu e meu amigoAy deꝯ hu e meu amigo
2que non m’envia mandado?q̄ non menuya mandadoq̄ nō meu uya mandado
3Ca preit’avia comigo,caprey t auya comigoca prey ta\u/ya comigo
4ergo se fosse coitadoergo se fosse coitadoergo se fosse coitado
5de morte, que se veesseDe morte que se uehessede morte que se uehesse
6o máis cedo que podesse.omays cedo que podesseo mays cedo que podesse.
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7Quando s’el de mí partia,Quādossel demj partiaQuandossel demi partia
8chorando, fez-mi tal preitochorādo fezmj tal p’ytochorādo fezmi tal p̃yto
9e disse quand’e qual dia,e disse quāde qual diaedisse quande qual dia
10ergo se fosse maltreitoergo sse fosse mal treytoergo sse fosse mal treyto
11de morte, que se ve[esseDe morte q̄sse uede morte que sse ue
12o máis cedo que podesse].< >< >
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13E ja o praz’é passado,E ia o praze passadoE ia o praze passado
14que m’el disse que verriaq̄mel disse q̄ ueiriaquemel disse q̄ uerria
15e que mi avia jurado,eq̄mha uya iuradoeq̄ mhauia iurado
16sen gran coita toda viasen grā coita todauyasen gran coita todauya
17de morte, que se veesseDe morte q̄sse uehessede morte q̄ sse uehesse
18[o máis cedo que podesse],< >< >
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19e, se eu end’al soubesse,E sse eu endal soubesseE sse eu endal soubesse
20que nunca lhi ben quisesse.q̄ nūcalhi bē qisesseq̄ nū calhi bē qısesse