UCollatio

Texto críticoB 610BISV 213
1Non me poss’eu de morte defender,on me posseu de morte defenderNon me posseu de morte deffender
2pois vejo d’Amor que me quer matarPoys ueio damor q̄ me quer matarpoys ueio [**]or q̄me q̄r matar
3por ũa dona; mais, pois m’eu guardarPor hūa dona mays poys meu guardarpor hūa dona mays poys meu guardar
4non posso ja de por dona morrer,Nō posso ia de por dona moirernō posso ia do por dona morrer
5catarei ja das donas a melhorCatarey ia das donas a melhorcatarey ia das donas amelhor
6por que, pois mi á de matar, m’at’Amor.porq̄ poys mha de matar matamor< >
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7E, pois Amor en tal guisa me tenE poys amor ē tal guisa me tē< >
8en seu poder que defensa non eiEn sseu poder q̄ defenssa nō ey< >
9de partir morte, e, pois eu certo seiDe parar morte e poys eu certo ssey< >
10que por dona a morrer me conven,Que por dona a moirer me cōuen< >
11catarei [ja das donas a melhorCatasey ⁖−< >
12por que, pois mi á de matar, m’at’Amor].< >< >
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13E ben vej’eu, per qual poder en míE bē ueieu ꝑ qual poder ē mi< >
14Amor tomou, que non ei defensonAmor tomou q̄ nō ey defensson< >
15d’escusar mort’, e, pois en tal razonDescusar morte (e) poys eu (certo ssey) tal razō< >
16ei por dona de prender mort’assi,Ey por dona de p̃nder mortassy< >
17catarei ja das donas a melhorCatarey ia das donas a melhor< >
18por que, pois mi á de matar, m’at’Amor.Por qⁱ poys mha de matar matamor< >