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VersoTextoMs.
1O meu senhor, o bispo, na Redondela, ũu dia,TC
O meu senhor obo na rondelahuū diaB 885
O meu sen hor obpō na redōdela huū diāV 468
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2de noit’e con gran medo de desonra fogia;TC
de noyr cō grā medode desontra fogiaB 885
de noyt̃ ꝯ grā medo de desonitra fogiaV 468
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3eu indo-mi aguisando por ir con el mia viaTC
eu hyndo mhaguisādo por hyr cō el mha uiaB 885
eu hyudo mhaguysando por hyr cō el mha uiaV 468
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4achei ũa companha assaz brava e crua,TC
Achey hūa companha assaz brauaet quaB 885
achey hūa companha assaz braua et quaV 468
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5que me deceron logo de cima da mia mua:TC
q̄me decerō logo de cima damha muaB 885
q̄ me de cerō logo de cima da mha uiuaV 468
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6azemela e cama levavan ja por sua.TC
Azemela ꞇ ca ma leuauāna por ssuaB 885
agemela et cama leuauāna por ssuaV 468
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7E des que eu nacera nunca entrara en lide,TC
E des q̄ eu naç’a nūca ēcraraēlideB 885
Edes q̄ eu naça nūca ētrara ē lideV 468
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8[e], pero que ja fora cabo Valedolid’eTC
ꝑo q̄ ia fora cabo uale dolideB 885
pero q̄ ia fora cabo uale dolideV 468
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9Escovar, doas muitas fezeron en Molide,TC
escouar doas muytas fezerō ē molideB 885
escouar doas muytas fezerō ē molideV 468
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10e ali me lançaron a min a falcatrua:TC
E ali me lancarō am afalcacruaB 885
e alime lauzarō a mī afalçaquaV 468
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11a maos [e]scudeiros gage o Churruchão,TC
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amaes studeyrꝯ gage o churruc\h/aōV 468
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12a [a]taes sergen[t]os, ca non gente befua!TC
Ataaes genos canō gen̄t befuaB 885
ꞇ daaes sergenos canō genē befuaV 468
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13Ali me desbulharon do tabardo e dos panos,TC
Alime desbulharō do cabardo ꞇ des pauꝯB 885
Alime desbulharō do tabardo et despanꝯV 468
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14non ouveran vergonha dos meus cabelos canosTC
ꞇ nō ouu’am u’gohades [ ] cabelꝯ canꝯB 885
et nō ouu’am u’gonhados nūs cabelus cauꝯV 468
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15nen me deron por ende grã[a]s nen adianos:TC
nē me derō per ende grās nē adianꝯB 885
nē me derō por ende grās nē adianꝯV 468
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16leixaron-me qual fui nado no meio da rua,TC
leixarōme qᵉl fuy nado no meyo delarriaB 885
leixan rome q̄l fuy nado no meyo delarriaV 468
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17e ũu rapaz tinhoso, que a de part’estava,TC
ꞇ hūu rapaz cinheso q̄ ade parc̄ stauaB 885
et huū tapat* cinhoso q̄ ade parē stauaV 468
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18chamava minha nana «velha fududancua».TC
chama uā minha nona uelha fududācuaB 885
chamauā minha nana uelha fududadiaV 468