UCollatio

Texto críticoB 1092V 683
1– Farei eu, filha, que vos non vejaFarey eu filha q̄ uꝯ nō veiaFarey eu filha q̄uꝯ nō ueia
2voss’amigo. – Por que, madr’e senhor?Vossamigo por q̄ madre senhoruosso amigo porq̄ madre senhor
3– Ca me dizen que é entendedorCa me dizē q̄ e entē de dorca me dizē q̄ e enten de dor
4voss’. – Ai mia madre, por Deus, non seja:Vossay mha madre por Ds̄ nō seiauo ssay mha madre por đs nō seia
5eu o dev’a lazerar, que o fizE uǀo deua lazerar q̄ o fizeu o de ua la zerar q̄ o fiz
6sandeu, e el con sandice o diz.Sandeu e el cō sandice o dizsandeu e el consandiçe o diz
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7– De vós e del, filha, ei queixume.Deuos e del filha ey q̄yxumeDeuos e del filha ey q̄yxume
8– Por que, madre? – Ca non é guisado!Por q̄ madre ca nō e guysadopor q̄ madre canō e gⁱsado
9Lazerar-mi-á esse perjurado.Lazerar mha esse per iuradolazerā mha esse periurado
10– Por que, madr’? É meu ben e meu lume:Por q̄ madreᵉ meu bē e meu lumepor q̄ madre meu bē e meu lume
11eu o devo a lazerar, que o fizE uo deuo alezerar q̄o fizeu o deuo alezar q̄ o fiz
12[sandeu, e el con sandice o diz].< >< >
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13– Matar-m’-ei, filha, se mi-o disserdes.Matar mey filha se mho disdesMatar mey filha semho disƥdes
14– Por que vos avedes, madr’, a matar?Por q̄ uos aueds̄ madra matarpor q̄ uos aueđs madra matar
15– Ante que m’eu do falso non vengar.Ante q̄ meu do fa\l/so nō uēgarante q̄ meu do falso nō uengar
16– Madre, se vos vós vengar quiserdes,Madrē seuos uos vengar qⁱserds̄madẽ seuos uos uengr̃ qⁱserđs
17eu o devo a lazerar, que o fizEuo deuo alazerar q̄ o fizeu o deuo alazerar q̄ o fiz.
18[sandeu, e el con sandice o diz].< >< >