UCollatio

Texto críticoB 495V 78
1Dominga Eanes ouve sa baralhaDomingas eanes ouuessa baralhaDomingas eanes ouuessa baralha
2con ũu genet’e foi mal ferida,con hūu genete foy mal feridacon huū genete foy mal ferida
3empero foi ela i tan ardidaenpero ffoy ela y tanar didaen pero ffoy ela y tanar dida
4que ouve depois a vencer sen falha,q̄ ouue depois auencer ssen ffalhaq̄ ouue de pois auenzer ssen ffalha
5e, de pran, venceu bõo cavaleiro;edeprā ueuceu bōo caua leyroe de prā uenzeu boō caualeyro
6mais empero era-x’el tan braceiroMais enpero ex̃el tan braceyromais en pero ēxel tan braçeyro
7que ouv’end’ela de ficar colpada.que ouuendela de ficar colpadaque ouuendela de ficar colpada
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8O colbe colheu-[a] per ũa malhaO colte colheu per hūa malhaO colbe colheu per hūa malha
9da loriga, que era desmentida;da loriga q̄ era desmentidada loriga q̄ era desmentida
10e pesa-m’ende porque essa ida,epesamēdepor q̄ essa idae pesamēde por q̄essa ida (q)
11de prez que ouve máis, se Deus me valha,dep’ez q̄ ouuemais seds̄ me ualhadepʳez q̄ ouue mais se đs me ualha
12venceu ela; mais [pel]o cavaleiro,uēceu ela mais o caualr̄oue çeu ela mais o caualr̄o
13per sas armas e per com’er’arteiro,ꝑ ssas armas eper comerarteyroper ssas armas oper comerar teyro
14ja sempre end’ela seera sinalada.ja senp’endela seera sinaladaia senpʳendela seera smalada
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15E aquel mouro trouxe con o veiteE aquel mouro trouxe coroueiteE aquel meuro trouxe coroneite
16dous companhões en toda esta guerra,deꝯ cō panhoes en teda esta guerradeꝯ cō panhoes en teda esta guerra
17e demais á preço que nunca erraedemais a p̄co q̄ nūca errae de mais a p̃ço q̄ nūca erra
18de dar gran colpe con seu tragazeite;de dar grā colpe cō seu t̃gazeitededar grā colpe cō seu t̃gazeite
19e foi-[a] achar come costa juso,e ffoya char com̄ costa jusoeffoya char com̄ costa juso
20e deu-lhi por én tal colpe de susoedeu lhi poren tal cope dessusoedeulhi poren tal colpe dessuso
21que ja a chaga nunca vai çarrada.q̄ ia achaga nūca uay carradaq̄ ia achaganū ca uay carrada.
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22E dizen meges que usan tal preit’eE dizem meges q̄ husam tal p’yreE dizem meges q̄ husam tal pʳeyte
23que atal chaga ja máis nunca serraq̄a tal chaga ia mais nūcaSarraāa tal chaga ia mais nūca sarra
24se con quanta lãa á en esta terrasse cō quātalaa a en esta terrasse con quanta laa aen esta terra
25a escaentassen, nen con no azeite,a esca entra ssemnē cōno azeitea escaentassem nē cōno azeite
26porque a chaga non vai contra juso,poʳ q̄ acha ha nō uay contra jusopʳo q̄a cha cha nō uai contra juso
27mais vai en redor come perafuso,Mais uay en rredor come pera fusomais uay en rredor come pera fuso
28e por én muit’á que é fistolada.eporem muyta q̄ e fistoladaeporem muyta q̄ e fistolada