UCollatio

Texto críticoB 1265V 870
1J’agora meu amigo filhariaJagora meu amigo filhariaJagora meu amigo filharia
2de mí o que el tiinha por pouco,De mi o q̄ el tijnha por poucodemi o que el tunha por pouco
3de falar migo, ca tant’era loucoDe falar migo ca tātera loucode falar migo ca tantera louco
4contra mí que ainda máis querria;Contra mi q̄ arnda mays q̄iriacontrami que auida mays q̄rria
5e ja filharia, se m’eu quisesse,E ia filharia se meu quisessee ia filharia se meu quisesse
6de falar mig’, e nunca lh’al fezesse.De falar migue nūcalhal fezessede falar migue nunca lhal fezesse
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7Tan muito mi dizen que é coitadoTā muytomi dizē q̄ e coitadoTan muytomi dizen q̄ e coitado
8por mí, des quando non falou comigo,Pᵉ mi desquando nō falou comigopᵉmi des quando nō falou comigo
9que non dorme nen á [o] sén consigoQ̄ nō dorme nē a sē cō ssigoq̄ nō dorme nē a sen cōssigo
10nen sabe de sí parte nen mandado;Nē sabe (desse) dessy parte nē mandadonē sabe dessy parte nē mādado
11e ja filharia, se m’eu quisesse,E ia filharia semeu quisesseeia filharia semeu quisesse
12[de falar mig’, e nunca lh’al fezesse],< >< >
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13ca est’é l’ome que máis demandavaCa estelome q̄ mays demandauaCa estelome q̄ mays demandaua
14e non ar quis que comigo falasse,E nō ar qⁱs q̄ comigo falasseenō ar qⁱs q̄ comigo falasse
15e ora jura que ja se quitasseE ora iura q̄ iasse qⁱtassee ora iura q̄ iasse quitasse
16de gran sandic’en que m’ante falava;De grã sandicē q̄ māte falauade gm̄ sandiçēque māte falaua
17e ja filharia, se m’eu quisesse,E ia filharia semeu quisessee ia filharia se meu qⁱsesse
18[de falar mig’, e nunca lh’al fezesse].< >.
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19E jura ben que nunca mi dissesse.I.E iura bē q̄ nūca mi dissesseE iura ben q̄ nūcami dissesse
20de lh’eu fazer ren que mal m’estevesse.Delheu faz’ rē q̄ mal mesteuessedelheu faz̄ rē q̄malmesteuesse
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21En tal que comigo falar podesse,.II.Ental q̄ comigo falar podesseEntal q̄ comigo falar podesse
22ja non á preito que mi non fezesse.Ja nō a pᵉyto q̄mi nō fezesseia nō a p̃ito q̄ mi nō fezesse.