UCollatio

VersoTextoMs.
1Foi-s’o meu amigo d’aqui noutro diaTC
Foysso meu amigo daqi nontro diaB 679
Foysso meu amigo daqı noutro diaV 281
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2coitad’e sanhud’, e non soub’eu ca s’ia;TC
coyta de sanhude nō soubeucassyaB 679
coytade sanhude non soubeu cassyaV 281
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3mais, ja que o sei, e por Santa Maria,TC
mays ia q̄ osey epor sancta mariaB 679
mays ia q̄ o sey epor sancta mariaV 281
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4e que farei eu, louçãa?TC
E que farey eu louçaaB 679
eque farey eu louçaaV 281
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5Quis el falar migo e non ouve guisado,TC
Quis el falar migo enō ouue gisadoB 679
Que el falar migo e nō ouue gısadoV 281
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6e foi-s’el d’aqui sanhud’e mui coitadoTC
efoyssel daquj sanhude muj coitadoB 679
efoyssel daqui sanhude mui coitadoV 281
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7e nunca depois vi el nen seu mandado:TC
enūca depoys uj el nē seu mādadoB 679
enūca depois ui el nē seu mandadoV 281
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8e que farei [eu], louçãa?TC
E q̄ farey louçāaB 679
eq̄ farey louçaā.V 281
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9Quen lh’ora dissesse quan trist’oj’eu sejoTC
Quēlhora dissesse qwn tristoieu seioB 679
Quēlhora dissesse q̄n tristoieu seioV 281
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10e quant[o] oj’eu, mui fremosa, desejoTC
e quātoieu muj fremosa deseioB 679
equantoleu mui fremosa deseioV 281
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11falar-lh’e vee-l’! E, pois que o non vejo,TC
falarlhe ueele poys q̄o non ueioB 679
falarlhe ueele poys q̄o nō ueioV 281
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12e que farei [eu], louçãa?TC
E q̄ farey louçāaB 679
eq̄ farey louçaā.V 281