UCollatio

Texto críticoB 141
1Quand’ora for a mia senhor veer,Qvandora fora mha senhʳ ueer
2que me non quer leixar d’amor viver,que me non quer leixar damor uiu’
3ai Deus Senhor, se lh’ousarei dizer:ay deꝯ senhor (fremosa) selhousarei dizer
4«Senhor fremosa, non poss’eu guarir».senhor fremosa nō posseu guarir
5Eu, se ousar, direi quando a vir:eu se ousar direy quandoa uir
6«Senhor fremosa, non poss’eu guarir?».Senhor fremosa nō posseu guarir
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7Por quantas vezes m’ela fez chorarPor quantas uezes mela fez chorar
8con seus desejos [e] cuitad’andar,cōseꝯ deseios cuytādandar
9quando a vir, direi-lhi se ousar:ꝙʷdoa uir direilhi se ousar
10«Senhor fremosa, [non poss’eu guarir».⁋Senhor fremosa
11Eu, se ousar, direi quando a vir:< >
12«Senhor fremosa, non poss’eu guarir?]».< >
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13Por quanta coita por ela leveiPor qʷnta coyta pʳ ela leuei
14e quant’afan sofri e endurei,e ꝙʷta fam sofri e endurei
15quando a vir, se ousar, lhi direi:quādoa uir se ousar lhi direi
16«Senhor fremosa, [non poss’eu guarir».⁋Senhor fremosa
17Eu, se ousar, direi quando a vir:< >
18«Senhor fremosa, non poss’eu guarir?]».< >