UCollatio

Texto críticoB 637V 238
1Quando vos eu, meu amig’e meu ben,Quando uꝯ eu meu amigue meu bēQuandouꝯ eu meu amigue meu bē
2non posso veer, vedes que mi aven:Non posso ueer uedes q̄ mhauennō posso ueer uedes quemhauen
3tenh’olh’e vej’, e non posso veer,Genholhe ueie nō posso veertenholhe uee nō posso ueer
4meu amigo, que mi possa prazer.Meu amigo q̄ mi possa prazermeu amigo que mi possa prazer
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5Quando vos eu con estes olhos meusQuandouꝯ eu cō estes olhos meꝯQuandouꝯ eu cō estes olhos meꝯ
6non posso veer, se mi valha Deus,Non posso veer semi ualha ds̄nō posso ueer semi ualha đs
7tenh’o[lh’e vej’, e non posso veer,Genho ⸫⸻tenho.
8meu amigo, que mi possa prazer].E nō dormeu nē en p’ito nō e< >
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9E non dorm’eu nen en preito non éHuuꝯ eu nō veio e per boa feE non dormeu nē en p̃ito nō e
10u vos eu non vejo, e, per bõa fe,Genholhe ue⸫⸻huuꝯ eu nō ueio e per bōa fe
11tenh’olh’e ve[j’, e non posso veer,E os meꝯ olhos sen uos q̄ ꝓl mhātenholhe ue
12meu amigo, que mi possa prazer].Poys nō dormeu cō eles ede p̃ra< >
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13E os meus olhos, sen vós, que prol mi an,Genho ⸫⸻E os meꝯ olhos sen uos q̄ ꝓl mhā
14pois non dorm’eu con eles, e de pranpoys nō dormeu cō eles ede prā
15tenh’o[lh’e vej’, e non posso veer,tenho.
16meu amigo, que mi possa prazer?]< >